sexta-feira, outubro 14, 2011

Contrastes da sociedade moderna

cake by Matchalovely
cake, a photo by Matchalovely on Flickr.
«Não acha estranho as pessoas preocuparem-se mais a escolher o mecânico ou o empreiteiro do que a pessoa que lhes vai produzir a comida?»

POLLAN, Michael, O dilema do omnívoro, Dom Quixote

sexta-feira, outubro 07, 2011

Paradoxo da economia

Um dos grandes paradoxos da economia moderna é, devido ao facto de a economia ter sido criada pelos humanos, a mesma ser orientada para o lucro e não para quem a criou

quarta-feira, outubro 05, 2011

Porque ser vegetariano – o vegetarianismo depois de uns anos

Brocolli by boboD90
Brocolli, a photo by boboD90 on Flickr.
Quando uma pessoa se decide pelo caminho de deixar animais fora do prato, a questão é bastante intelectual, questionam-se valores, questiona-se a filosofia, questiona-se o que se põe na boca, questiona-se o que é o alimento, o que é a alimentação, desenvolve-se um interesse pela nutrição, provam-se novos sabores, conhecem-se novos alimentos, geram-se bastantes conversas em torno da alimentação com colegas, amigos e família – afinal a refeição é das alturas pela excelência para reuniões com as pessoas que nos são próximas, pelo menos em Portugal – e eventualmente a pessoa acaba por tomar a decisão que, geralmente, é de forma bastante informada.

Com o passar dos anos, a pessoa vai usufruindo dos benefícios de uma alimentação sem carne, nomeadamente da frescura, da cor, da variedade e da multiplicidade dos sabores entre outros benefícios a nível de saúde, sobre a qual cada um terá a sua própria estória para partilhar.

A uma determinada altura, com certeza uma nova reflexão sobre a forma como se alimenta surge e aí é mesmo a prova de fogo, ou seja, é nessa altura que se deixam ou não os animais de fora e de um forma perfeitamente coerente a um tal ponto que é tão natural, como ter a cabeça sobre o pescoço. É nesta altura que a questão das decisões sobre a alimentação se tornam bastante belas (quer se volte a incluir ou não os animais no prato) pois terá sido tomada com bastante consciência e experiência do que se anda a comer e do efeito que a alimentação tem no próprio organismo.

Porque os/as motoristas da Carris não abrem a porta fora da paragem

Autocarro Acidentado by Nimages DR
Autocarro Acidentado, a photo by Nimages DR on Flickr.
És capaz de correr mais que o Obikwelu para apanhar o amarelo do autocarro que, hoje, lembrou-se de vir mais cedo, para não ficares à molha (caso seja um dia de chuva) ou à seca (num dia de calor) e.... tumba!

Sacana do caixote sai mesmo quando estavas à chegar à paragem. Em frente ao autocarro pedes à/ao motorista para abrir a porta pois ficou preso no semáforo. Fazes sinais ao homem para te abrir a porta, qual controlador áereo e ele olha para ti e faz-te sinal para ires para a próxima paragem.

Tu, rogas-lhe pragas e desejas que os semáforos fiquem fechados para não te mesclares com o asfalto e desatas a correr para a próxima paragem, como se fugisses de um leão africano.

Chegas à paragem e quando o autocarro, tens a ousadia de perguntar:
- Custava muito ter aberto à porta do autocarro?
- Sim a multa pode ser muito grande.

segunda-feira, outubro 03, 2011

Se o universo te estiver a tirar algo da mão... alegra-te!

Inspiração: Elaine 

Das coisas que mais gosto na prática de yoga

Hearts to the Sky by kim-by-the-sea
Hearts to the Sky, a photo by kim-by-the-sea on Flickr.
Há vários aspectos da prática de yoga que eu estimo bastante mas a primeira é, sem dúvida, respirar, voltar a respirar de forma adequada e não é preciso ser numa prática avançada de pranayama, não é preciso ser uma respiração abdominal, uma postura simples é suficiente e sabe bem, sabe pela vida.

Depois existem outros aspectos, o bem-estar proporcionado pelo trabalho da coluna vertebral, a serenidade após as posturas de equilíbrio, a auto reflexão após uma prática meditativa, a correcção postural, o bem-estar físico associado à flexibilidade e à força.

Mas é a respiração consciente e profunda que, para mim, faz toda a diferença, porque é sem ela que em três minutos deixamos de existir e é entre uma inspiração (a do nascimento) e a expiração (da morte) que se desenrola a vida.

Boas práticas!