Numa conversa ao telefone:
Eu: Boa tarde, é possível falar com a Srª Amélia das Couves?
Telefonista: (em tom irritado) DOUTORA Amélia das Couves.
Eu: (em pensamentos): Dra, Professora, Médica, Engenheira, Veterinária, o que for... eu quero é falar com a Amélia das Couves.
Um minuto são 0.06% do teu dia. Se dedicares esse tempo tão reduzido a relembrar um momento com significado do teu dia... Como serão os teu dias?
segunda-feira, junho 22, 2009
quinta-feira, junho 04, 2009
As auditoras do PSI20 em 2008

Neste curto retrato das empresas de auditoria das empresas listadas na bolsa de valores portuguesa, do PSI 20 em 2008 constata-se que as grandes multinacionais de auditoria auditam 85% das cotadas portuguesas. A Deloitte tem 45% do mercado seguida da PwC e da KPMG, cada uma com 20% das empresas auditando, juntas, oito cotadas em Lisboa.
É de referir que a Ernst & Young actualmente não audita nenhuma das empresas cotadas em Portugal uma vez que as pequenas sociedades de revisores oficiais de contas auditam actualmente três empresas: Brisa, REN e Teixeira Duarte
segunda-feira, junho 01, 2009
Viver faz-me sentido porque é apenas uma etapa de um processo de transformação.
24122008
terça-feira, maio 26, 2009
O poder do dinheiro
Madoff, através do esquema de Ponzi por si perpetrado causou um impacto significativo nas finanças internacionais, assumiu a responsabilidade pelos seus esquemas fraudulentos e foi para uma prisão cinco estrelas. Porquê? Porque ele pôde pagar.
Oliveira da Costa faz um esquema fraudulento em Portugal no BPN, vai para prisão e pretende trocar pela prisão domiciliária. Ele pode pagar no entanto o seu pedido não foi aceite. Ainda não foi aceite.
Porque é que estas pessoas têm este privilégio? Não são eles criminosos? Não provocaram danos à sociedade maiores que os outros reclusos? Não deveriam os criminosos serem tratados como criminosos e o seu tratamento estar de acordo com a gravidade do crime cometido?
Bom, como se pode verificar, a influência do poder do dinheiro também quebra as paredes das prisões.
Oliveira da Costa faz um esquema fraudulento em Portugal no BPN, vai para prisão e pretende trocar pela prisão domiciliária. Ele pode pagar no entanto o seu pedido não foi aceite. Ainda não foi aceite.
Porque é que estas pessoas têm este privilégio? Não são eles criminosos? Não provocaram danos à sociedade maiores que os outros reclusos? Não deveriam os criminosos serem tratados como criminosos e o seu tratamento estar de acordo com a gravidade do crime cometido?
Bom, como se pode verificar, a influência do poder do dinheiro também quebra as paredes das prisões.
segunda-feira, maio 18, 2009
quinta-feira, maio 14, 2009
Num futuro próximo
Há alguns séculos os grandes edifícios nas cidades mundiais eram castelos, igrejas e templos, os quais por uns tempos deram lugar a palácios. Durante algum tempo no século XIX, os edifícios civis como estações de comboio e museus ensombraram os edifícios da época anterior. Por fim, no final do século XX os bancos proliferaram por todos os lados. Poucos acreditam que eles irão perdurar no tempo. Mas, o que virá a seguir – grandes palácios delazer e estádios desportivos, universidades e galerias de arte, torres de água e jardins suspensos ou porventura impérios de biotecnologia?
Fonte: Mulgan, Geoff, After capitalism, Prospect (2009):157 artigo on-line (em inglês)
Fonte: Mulgan, Geoff, After capitalism, Prospect (2009):157 artigo on-line (em inglês)
sexta-feira, maio 08, 2009
Jornal I
O i é um jornal novo cujo n.º 1 saiu ontem. O i é mesmo novo, é um jornal diferente, diferente no conteúdo, diferente no grafismo.
Traz as notícias gerais que os outros também têm mas tem secções que os outros não têm, ou seja fica-se a saber por alto o que os outros jornais têm mas tem-se também exposição a temas que os outros não têm. Tem um preço elevado, €1,40 talvez por ter trazido directores do Diário Económico, o que também é bom pois trouxe colunistas de lá que iniciam o i. O formato é irresistível para um jornal é extremamente amigo do utilizador e a secção do cinema não tem a parte da crítica o que até é bom embora eu não seja muito adepto do cinema. Há um outro aspecto que também é muito bom: a integração com a Internet, numa altura em que se põe em causa os modelos tradicionais dos jornais em papel surge este i que, meu ver está muito bem integrado.
Peca pelo preço sim…
I online
Traz as notícias gerais que os outros também têm mas tem secções que os outros não têm, ou seja fica-se a saber por alto o que os outros jornais têm mas tem-se também exposição a temas que os outros não têm. Tem um preço elevado, €1,40 talvez por ter trazido directores do Diário Económico, o que também é bom pois trouxe colunistas de lá que iniciam o i. O formato é irresistível para um jornal é extremamente amigo do utilizador e a secção do cinema não tem a parte da crítica o que até é bom embora eu não seja muito adepto do cinema. Há um outro aspecto que também é muito bom: a integração com a Internet, numa altura em que se põe em causa os modelos tradicionais dos jornais em papel surge este i que, meu ver está muito bem integrado.
Peca pelo preço sim…
I online
quarta-feira, maio 06, 2009
Problemas de palavras
Rédito, do latim reditus, significa volta, regresso, retorno.
Lucro, do latim lucrum, significa aumento.
Silva (2009) afirma que se a palavra rédito é o mesmo que retorno, ela seria mais bem utilizada designando os lucros ou os aumentos de capital próprio, que denominamos de rentabilidade.
À partida, denota-se logo uma enorme incoerência e as palavras, correntemente teriam a ter um uso correcto.
No entanto, a NIC 26 diz que rédito resulta num aumento de capital próprio...e portanto, todo a reflexão de Silva (2009) tem todo o sentido e, desta forma tem sido conferido um uso inapropriado das palavras pela definição errada que o IASB conferiu à palavra rédito.
Bilbiografia
Silva, R A C, Reflexões e discussões sobre o uso da palavra “rédito” na linguagem convencional da contabilidade, Jornal de Contabilidade (2009) 385 p 131-132
Lucro, do latim lucrum, significa aumento.
Silva (2009) afirma que se a palavra rédito é o mesmo que retorno, ela seria mais bem utilizada designando os lucros ou os aumentos de capital próprio, que denominamos de rentabilidade.
À partida, denota-se logo uma enorme incoerência e as palavras, correntemente teriam a ter um uso correcto.
No entanto, a NIC 26 diz que rédito resulta num aumento de capital próprio...e portanto, todo a reflexão de Silva (2009) tem todo o sentido e, desta forma tem sido conferido um uso inapropriado das palavras pela definição errada que o IASB conferiu à palavra rédito.
Bilbiografia
Silva, R A C, Reflexões e discussões sobre o uso da palavra “rédito” na linguagem convencional da contabilidade, Jornal de Contabilidade (2009) 385 p 131-132
segunda-feira, maio 04, 2009
Refeições em família
Em tempos as refeições eram confeccionadas na cozinha e os membros da família interagiam uns com os outros e divertiam-se na hora da refeição. Hoje as refeições em família são confeccionadas em restaurantes de comida rápida e comidas em cinco minutos enquanto as crianças brincam com os brindes. Se este não for o caso, então a comida é levada para casas e comida em frente à televisão. Com certeza que esta atitude cria pouco lixo e pouco trabalho na cozinha mas, para onde foi o sentimento de família? Também foi para o lixo? Com atitudes como esta, qual é o propósito de constituir uma família?
sexta-feira, abril 17, 2009
terça-feira, abril 14, 2009
Coincidencias
Grandes investimentos anunciados pelo Governo Português como o TGV e Novo Aeroporto de Lisboa, já foram questionados devido à situação económica que se vive no país. O TGV é uma grande infraestrutura a ser construiída e que não é urgent. Urgente é a falta de fundos que sofrem as Universidades portuguesas para pagar professores, para financiar projectos de investigação que tragam inovação e criem empregos. Este é o tipo de investimento que certamente trará benefícios de longo prazo a um país. Façamos algumas contas.
De acordo com o orçamento de estado para 2009, mil milhões de euros são para as Universidades e conta-se que os custos já aumentaram 15%. Isto dá cerca de €1.015 milhões. Daqui deduz-se que há um défice de €150 milhões que se diz não haver dinheiro para cobrir.
No entanto existem €5 mil milhões disponíveis para o TGV mas não para melhorar o sistema de educação. Mais tarde pode-se ainda ver ex ministros como o Jorge Coelho, CEO duma grande empresa de construção. Será isto uma estranha coincidência? Em que empresa estará o Mário Lino num par de anos?
De acordo com o orçamento de estado para 2009, mil milhões de euros são para as Universidades e conta-se que os custos já aumentaram 15%. Isto dá cerca de €1.015 milhões. Daqui deduz-se que há um défice de €150 milhões que se diz não haver dinheiro para cobrir.
No entanto existem €5 mil milhões disponíveis para o TGV mas não para melhorar o sistema de educação. Mais tarde pode-se ainda ver ex ministros como o Jorge Coelho, CEO duma grande empresa de construção. Será isto uma estranha coincidência? Em que empresa estará o Mário Lino num par de anos?
sexta-feira, abril 10, 2009
Para que servem os olhos
Tão doce o que me estás a dar!
Faz me sentir bem! Sinto-me recheado!
Assim, libertas os belos sorrisos que tenho para partilhar!
Sinto-me acarinhado, sinto-me protegido
Sinto-me guardado, sinto-me orientado
Sinto-me amado...
Vejo um mundo bonito, vejo a esperança
Vejo a alegria, vejo o contentamento
Para que mais servem os belos olhos que me deste?
13012009
Faz me sentir bem! Sinto-me recheado!
Assim, libertas os belos sorrisos que tenho para partilhar!
Sinto-me acarinhado, sinto-me protegido
Sinto-me guardado, sinto-me orientado
Sinto-me amado...
Vejo um mundo bonito, vejo a esperança
Vejo a alegria, vejo o contentamento
Para que mais servem os belos olhos que me deste?
13012009
quarta-feira, abril 01, 2009
Amizades
Mas mais grave ainda são as relações com quem não nos estima e não acredita nos nossos potenciais este é um erro que aqueles que conseguem sucesso nas suas vidas nunca cometem. É importante sermos admiradores daqueles com quem estabelecemos relações assim como sentirmos que aqueles que estão próximo de nós nos admiram e estimam. Quando nos encontramos com alguém, se for a pessoa certa para nós quando terminamos esse encontro sentimo-nos mais ricos mais belos e mais talentosos pela forma como fomos olhados escutados e admirados.
Vitali, Gino, Como escolher as suas companhias, Flor de Lótus 12, 2009
Vitali, Gino, Como escolher as suas companhias, Flor de Lótus 12, 2009
terça-feira, março 24, 2009
Olho para a direita, e vejo amor
Olho para a esquerda e é amor aquilo que vejo
À minha frente, o caminho é feito de amor e,
Para trás, o caminho que percorri foi feito de amor.
Quando caminho, sei que se cair, será em amor e,
Quando olho para o céu, é apenas amor aquilo que vejo
O calor do Sol que sinto a me braçar, o que é, se amor não é?
22.03.2009
Olho para a esquerda e é amor aquilo que vejo
À minha frente, o caminho é feito de amor e,
Para trás, o caminho que percorri foi feito de amor.
Quando caminho, sei que se cair, será em amor e,
Quando olho para o céu, é apenas amor aquilo que vejo
O calor do Sol que sinto a me braçar, o que é, se amor não é?
22.03.2009
quinta-feira, março 19, 2009
Mochilas Monte Campo
As mochilas Monte Campo, eram as eleitas quando as crianças, pelo menos as dos anos 80, iam para a escola. Estas mochilas que em tempos foram um objecto de desejo foram esquecidas e substituídas pelas famosas Eastpak. Independentemente disto, as mochilas Monte Campo são de uma qualidade extraordinária e são feitas em Portugal! A minha mochila foi comprada em 1999, está viva e de boa saúde! No entanto, eu cometi o erro de comprar uma mochila Nike, à cinco anos, que está a cair aos bocados. Cometi também o erro de ter comprado uma mala de viagem Eastpak, que agora me arrependo. Não obstante da qualidade inerente a estas últimas, prefiro comprar mochilas Monte Campo, não só por serem feitas em Portugal mas também por terem muita qualidade.
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