E disseram-me assim:
Estava fulo e, por volta da uma da manhã saí, assim, neste estado, de casa. Parei junto a uma fonte e fiquei a contemplá-la, compreendi o que, à cerca de três anos me andavam a tentar dizer...
Olhei para a fonte e vi a água subir. toda unida, como nós tinhamos estado naqueles anos e, no fim da ascensão da água, ela separava-se em dois, e era também a altura de os nossos caminhos se separararem.
Talvez um dia, algures no futuro, quando já tivermos percorrido os nossos caminhos separados nos voltemos a fundir da mesma forma que essas correntes de água se juntavam no fim...
Um minuto são 0.06% do teu dia. Se dedicares esse tempo tão reduzido a relembrar um momento com significado do teu dia... Como serão os teu dias?
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Luz
A luz de um telemóvel ou de um computador portátil é suficientemente intensa para suspender a produção de melatonina, uma substância produzida no cérebro pela glândula pineal e que ajuda a regular o sono
25012008 no Semanário Económico
Poluição
A poluição provocada por 400 000 porcos é equivalente à poluição produzida por 1 100 000 pessoas de uma cidade
Falar com pessoas
Um jornalista tentou sem grande custo, chegar à fala com um cientista de renome internacional, laureado com o Nobel da Física. Um dia depois, correspondiam-se por e-mail, com a garantia de entrevista. Um golpe de sorte? Talvez. Já outro colega propôs-se a fazer o que, supostamente, seria um trabalho mais simples: um artigo sobre a jovem actriz Diana Chaves. Munido do seu número pessoal, foram várias as tentativas frustradas, até que ao fim de semanas percebem finalmente a dificuldade – a comunicação teria de ser filtrada por um agente.
Revista Tabu do SOL 19012008
Bom mas se James Watson, Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina, “pai do DNA” tivesse um agente, a sua comunicação talvez fosse filtrada e não se punha para aí a dizer barbaridades...
Revista Tabu do SOL 19012008
Bom mas se James Watson, Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina, “pai do DNA” tivesse um agente, a sua comunicação talvez fosse filtrada e não se punha para aí a dizer barbaridades...
Casamentos indianos
O casamento é um dos acontecimentos mais importantes na cultura indiana. Desde que os filhos nascem, os pais começam a pôr dinheiro de parte para o evento. São três dias de festa, precedidos de muitos outros de organização e de preparação em família. No primeiro dançam-se canções tradicionais e outras mais modernas com música ao vivo na cerimónia do Sangeet. No segundo decorre a cerimónia da hena (Mehendi) para as mulheres e, em especial, para a noiva, que cobre os braços até ao cotovelo e as pernas até aos joelhos de intricados desenhos feitos em hena, reminiscentes dos mais complicados bordados ou rendas. Por fim, o ponto alto é a procissão do noivo (Baaraal) em que o noivo chega a casa da noiva a cavalo ou elefante, e a cerimónia religiosa, seguida de uma recepção. Os saris são bordados a pedras e ouro e passam de geração em geração porque não têm tamanho (são sempre cinco metros de tecido meticulosamente enrolados no corpo) e porque são intemporais
PINA, Rita Tavares de, NY Diaries- Casual (Suplemento do Semanário Económico) 18012007
Poupança
A casa que se está a pagar hoje não é para deixar aos filhos, é exactamente a sua poupança. O que se tem a fazer é, quando chegarem ao fim da vida, hipotecar a casa, receber todo o cash e o imóvel é entregue a uma companhia de seguros ou algo similar que garante que a casa é usada por aquela pessoa ou companheiro até ao fim da vida, e a casa fica para a instituição que a tomou.
João Duque in Semanário Ecónomico de 18012008
Lá
Lá no campo, desabrocham flores
E nós, o que vemos?
Vemos carros estacionados
Vemos carros a passar
Lá das árvores soltam-se folhas coloridas
E nós, o que vemos?
Vemos estendais vazios
Vemos estendais com roupa colorida
Lá na praia, as ondas rebentam
E nós, o que vemos?
Vemos prédios a explodir
Vemos pessoas a bater com a cabeça na parede
Lá o céu ilumina-se com o Sol, as estrelas e a Lua
E nós o que vemos?
Vemos luzes acesas
Vemos luzes apagadas...
E nós, o que vemos?
Vemos carros estacionados
Vemos carros a passar
Lá das árvores soltam-se folhas coloridas
E nós, o que vemos?
Vemos estendais vazios
Vemos estendais com roupa colorida
Lá na praia, as ondas rebentam
E nós, o que vemos?
Vemos prédios a explodir
Vemos pessoas a bater com a cabeça na parede
Lá o céu ilumina-se com o Sol, as estrelas e a Lua
E nós o que vemos?
Vemos luzes acesas
Vemos luzes apagadas...
Os quatro C's chineses
Os quatro C’s do mercado Chinês
. Cliente
. Companhia (no sentido de empresa?)
. Concorrentes
. Contexto
. Cliente
. Companhia (no sentido de empresa?)
. Concorrentes
. Contexto
Anti-filosófico
Uma das filosofias do SOL (concorrente do semanário Expresso) era a não inclusão de brindes e ofertas (factor de diferenciação) mas, o amigo Saraiva resolveu fazer excepção a esta política e então depois de “Álbum de memórias” vêm “Grandes clássicos portugueses contados às crianças”. Segundo o próprio Saraiva esta colecção não é anti-filosófica pois trata-se da
“venda de produtos exclusivos, com um investimento criativo e uma marca distinta” (1)
Não vejo onde está a diferença... para mim é igual...
(1) – José António Saraiva no Diário Económico no artigo Cofina controla finanças do SOL p54 de 18012008
“venda de produtos exclusivos, com um investimento criativo e uma marca distinta” (1)
Não vejo onde está a diferença... para mim é igual...
(1) – José António Saraiva no Diário Económico no artigo Cofina controla finanças do SOL p54 de 18012008
Televisão sem publicidade
Às vezes era bom não era? Embora por vezes goste de ver anúncios e de estar ao correntes sobre novos bens e serviços, muitas vezes é demais. Vem a propósito que Sarkozy quer acabar com a publicidade na televisão pública.
Não se trata de estar a dar presentes aos canais privados, mas de pôr fim a uma certa esquizofrenia do serviço público entalado entre as aspirações culturais e os objectivos comerciais
Este é um factor de diferenciação que até pode atrair mais telespectadores e desta forma contribuir para o aumento das audiências das estações públicas.
Outros países
Reino Unido: a BBC é financiada quase na totalidade por taxas audiovisuais
Espanha: a TVE1 e a TVE2 são financiadas pelo Estado e pela publicidade
Alemanha: 80% taxas audiovisuais; 5% publicidade (os restantes 15% devem ser o Estado), a partir das 20h não há publicidade
Fontes: GAMA, Rita Saldanha do, Sarkozy propõe fim da publicidade na tv pública (p55) - Diário Económico 18012008
Não se trata de estar a dar presentes aos canais privados, mas de pôr fim a uma certa esquizofrenia do serviço público entalado entre as aspirações culturais e os objectivos comerciais
Este é um factor de diferenciação que até pode atrair mais telespectadores e desta forma contribuir para o aumento das audiências das estações públicas.
Outros países
Reino Unido: a BBC é financiada quase na totalidade por taxas audiovisuais
Espanha: a TVE1 e a TVE2 são financiadas pelo Estado e pela publicidade
Alemanha: 80% taxas audiovisuais; 5% publicidade (os restantes 15% devem ser o Estado), a partir das 20h não há publicidade
Fontes: GAMA, Rita Saldanha do, Sarkozy propõe fim da publicidade na tv pública (p55) - Diário Económico 18012008
Evolução de competências
Uma outra premissa errada é a de que os mais novos são mais produtivos que os mais velhos. Isto era verdade quando o trabalho era quase todo trabalho físico. Hoje, na Sociedade do Conhecimento, o trabalho não exige músculos e preparação física mas capacidade mental, experiência e fortes teias de relações. Estando provado que a perda de faculdades mentais, devida à idade, não começa antes dos 75 anos, é claro que, para a maioria das tarefas, o aporte dos mais velhos pode ser bem mais eficaz que os jovens.
SILVA; António Neto da; Reforma e pensões (p53) – Diário Económico 18012008
SILVA; António Neto da; Reforma e pensões (p53) – Diário Económico 18012008
sábado, janeiro 19, 2008
100% vegetal
100% Vegetal é uma grande reportagem SIC Visão que aborda o dia-a-dia de João Luz que decidiu experimentar uma dieta vegetaliana por dois meses e observar quais os impactos na sua saúde e na sua vida quotidiana, monitorizado pela endocrinologista Isabel do Carmo
Artigo na Visão
Reportagem integral na SIC Online
Renda fundiára e uso do solo urbano
Uma das conclusões dos investigadores desta temática é:
Fogos situados no centro tendem a ter áreas mais pequenas do que os situados na periferia.
E não é verdade? Os fogos costumam ser grandes, muito grandes, colossais, no interior do país, lá onde proliferam árvores e alimento dos fogos e onde a densidade populacional é muito reduzida. Já no litoral, os fogos não são muito grandes, por vezes vai um apartamento, uma zona industrial. Portanto, ocorrem de forma muito localizada.
Bah! Estou no gozo. Aqueles fogos referem-se a casas e pelo que tenho visto, realmente as casas próximas do centro parecem casas de bonecas se bem que, às vezes se encontrem edifícios monoapartamentais com áreas que chegam aos 460 m2
Fogos situados no centro tendem a ter áreas mais pequenas do que os situados na periferia.
E não é verdade? Os fogos costumam ser grandes, muito grandes, colossais, no interior do país, lá onde proliferam árvores e alimento dos fogos e onde a densidade populacional é muito reduzida. Já no litoral, os fogos não são muito grandes, por vezes vai um apartamento, uma zona industrial. Portanto, ocorrem de forma muito localizada.
Bah! Estou no gozo. Aqueles fogos referem-se a casas e pelo que tenho visto, realmente as casas próximas do centro parecem casas de bonecas se bem que, às vezes se encontrem edifícios monoapartamentais com áreas que chegam aos 460 m2
Semáforos
Há fenómenos maravilhosos neste planeta a fotografia aqui do lado é uma prova deliciosa disso... :)
Bem indo ao assunto desta entrada (post em inglês) tendo andado a reflectir sobre se:
Será possível regular os semáforos de uma cidade de tal forma a que os veículos circulem sempre a uma velocidade pretendida?
Se não é possível sempre, será pelo menos possível nas horas de maior tráfego?
Bem indo ao assunto desta entrada (post em inglês) tendo andado a reflectir sobre se:
Será possível regular os semáforos de uma cidade de tal forma a que os veículos circulem sempre a uma velocidade pretendida?
Se não é possível sempre, será pelo menos possível nas horas de maior tráfego?
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