Se queres perceber algo, escreve sobre esse asunto,
Se queres dominar algo, ensina."
Um minuto são 0.06% do teu dia. Se dedicares esse tempo tão reduzido a relembrar um momento com significado do teu dia... Como serão os teu dias?
Jorge A. Vasconcelos e Sá, no Diário Económico de 10.07.2006 Texto integral estava aí a 10.07.2006
Nota: O que está nos parêntesis rectos, foi adicionado por mim.
Lucy Kellaway, do Financial Times
Tendo a ideia que é um comportamento socialmente aceite que se deve dar prioridade a grávidas, idosos e crianças de colo.
No outro dia assisti a uma cena em que entrou uma senhora com uma criança e abancou-se. Passado uns minutos chegou um senhor com uma criança e dirigiu-se logo ao balcão tendo sido prontamente atendido.
Bom, isto levantou inúmeras vozes que diziam o seguinte:
A outra senhora não se manifestou mas o senhor também não a informou que tinha prioridade. Portanto penso que a culpa é dos dois.
Por outro lado acho que o homem que o atendeu não tem que estar constantemente a vigiar o terreno, se não acaba por fazer nada, que não é para isso que está lá...
Se há sítio onde os clientes são mais fiéis é no sector dos serviços. Neste sector é muito interessante observar a actuação da Caixa Geral de Depósitos que se esforça por recrutar clientes universitários, oferecendo condições que só trazem benefícios para quem se torna cliente: isenção de despesas de manutenção, anuidades gratuitas do cartão de débito (que traz uma maré de descontos), um portal para universitários, o CUP, taxas de juro na conta à ordem interessantes... (outros bancos oferecem condições semelhantes, mas ao que me parece é a Caixa que está mais activa nesta área).
Posteriormente muitos universitários, quando saem da universidade não largam o banco e usam-no mesmo que haja condições bem mais interessantes noutros, porque simplesmente não lhes apetece comparar serviços e ver qual o mais vantajoso. Até porque dá muito mais trabalho. Mudar de banco, de companhia de seguros, servidor de Internet, ou outros serviços não é a mesma coisa que mudar de pacote de bolachas...
Para que os clientes fiquem "presos" durante mais tempo alguns bancos estão a delinear estratégias para seduzir um público que é muito importante: as crianças. E como? Essencialmente têm de seduzir os pais, pois são estes que subscrevem as contas para os filhos...